Felicidade se compra, sim; só precisa saber comprar direito

A despeito do livro sobre as 12 coisas que as pessoas felizes fazem diferente, um post recente do Coding Horror revela um estudo ainda mais interessante: “If money doesn’t make you happy, then you probably aren’t spending it right” (pdf). Em outras palavras, se dinheiro não te faz feliz, então você provavelmente está gastando errado.

O trabalho de Dunn Gilbert & Wilson divide sua conclusão em 8 melhores práticas no uso do dinheiro para trazer felicidade:

“The relationship between money and happiness is surprisingly weak, which may stem in part from the way people spend it. Drawing on empirical research, we propose eight principles designed to help consumers get more happiness for their money. Specifically, we suggest that consumers should (1) buy more experiences and fewer material goods; (2) use their money to benefit others rather than themselves; (3) buy many small pleasures rather than fewer large ones; (4) eschew extended warranties and other forms of overpriced insurance; (5) delay consumption; (6) consider how peripheral features of their purchases may affect their day-to-day lives; (7) beware of comparison shopping; and (8) pay close attention to the happiness of others.”

“A relação entre dinheiro e felicidade é surpreendentemente fraca, o que pode advir, em parte, de como as pessoas o gastam. Baseando-se em pesquisa empírica, propomos oito princípios destinados a ajudar os consumidores a obter mais felicidade para o seu dinheiro. Especificamente, nós sugerimos que os consumidores devem (1)comprar mais experiências e menos bens materiais, (2) usar seu dinheiro parabeneficiar os outros ao invés de si mesmos; (3) comprar muitos pequenos prazeres em vez de menos as grandes, (4) evitam garantia estendida e outras formas de segurooverpriced, (5) consumo de atraso; (6) considerar como recursos periféricos de suas compras pode afetar seu dia-a-dia (7); cuidado de comparação de compras, e (8)prestar muita atenção para o felicidade dos outros.”

Resumindo ainda mais a conclusão dos pesquisadores, mais e mais chegamos à fatídica conclusão que nossa consciência e poder de decisão estão atrelados muito mais às decisões intrínsecas do cérebro ante os fatos do que ao livre-arbítrio como imaginávamos. Felizmente, ainda assim parece existir algo que foge desse escopo. Resta a nós descobrirmos o que se esconde sob o emaranhado de árvores de decisão e lógica fuzzy de nossa massa cinzenta.

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