Sucker Punch

March 29, 2011 in Cinema

Cenas de ação cheias de adrenalida e perfeição técnica, uma fotografia e direção de arte extremamente competentes e uma trilha sonora que parece que foi feita para cada cena.

Quando assistimos os mundos imaginários, a sensação dos efeitos visuais é de tirar o fôlego. Dirigido com vigor com movimentos de câmera suntuosos, ou cortes precisos para mostrar a ação de todos os ângulos, nesse momento não precisamos sequer pensar sobre a trama principal; não queremos.

Quando voltamos à realidade pós-dança, o que temos é um breve descanso dos nossos olhos, até a próxima dança-aventura.

Com um grupo de garotas obviamente sensuais, porém imaturas (como é demonstrado pela falta de jeito de Baby Doll em andar sobre saltos), a experiência de vê-las em um campo de batalha torna inequívoca a referência aos jogos de vídeo-game onde temos essas mesmas personagens lutando com monstros com o triplo da altura, capturando artefatos e coletando pontos em cada fase.

Pontos fortes: sem dúvida a direção de arte faz um trabalho aqui que é de encher os olhos, mas em geral, todos os aspectos técnicos merecem menção honrosa.

Pontos fracos: a história, por sua vez, fica em um pano de fundo, inerte, sem muitas reviravoltas, e não é exagero dizer que ela apenas existe para as cenas de ação, e não o contrário.

Filmes com mulheres no comando

Sin City. Na cidade do pecado, o maior deles é contrariar as damas.