O Visual Studio é um ambiente de programação incrível, mesmo. Ele possui auto-complete quase instantâneo, navegação de tipos, ajuda de contexto e flexibilidade em seus projetos. Existem pessoas que evitam usá-lo porque ele ocupa mais de 150 MB de memória virtual e 20 MB de working set sem abrir nenhum projeto, mas, francamente, ele acaba sendo mais produtivo que o Bloco de Notas (exceto para testes).

Devido a pedidos de amigos, resolvi dar uma pausa nos artigos sobre o Builder para explicar o nível que flexibilidade que podemos obter dentro da IDE do Visual Studio para compilar qualque tipo de projeto, para qualquer plataforma e sistema operacional. Temos na verdade até a liberdade para não compilar nada! De brinde veremos o básico sobre os makefiles, aqueles famigerados arquivos de configuração que nossos avôs usavam em seus mainframes.

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