Sistema Operacional

PSID e o Buraco Negro

Esse ponteiro vai até onde?

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Brincando com obtenções e conversões de SIDs, tive uma pequena dificuldade de usar a função ConvertStringSidToSid, de Sddl.h. Seu objetivo é receber uma string-SID no formato usado pela ferramenta PsGetSid e retornar uma sequência de bytes de tamanho arbitrário, que é o SID como o sistema o enxerga. Como ela retorna apenas o ponteiro final, do tipo PSID, o que parece fácil pode se tornar tricky se quisermos copiar o SID binário para algum buffer na pilha, já que não sabemos o número de bytes no buffer de origem. Tudo que sabemos é que, após o uso, devemos desalocar essa memória retornada pela API com outra API: LocalFree.

Ora, mesmo que não venhamos a escrever nessa memória de tamanho obscuro, não é de bom tom ler além da conta. Não há garantias que o que estiver após o SID é seguro. Pode até ser o final de uma página de memória, por exemplo, e o seu programa capota por causa de um singelo "Memory could not be read". Que coisa sem graça!

PSID e o Buraco Negro

Sempre que me vejo com problemas desse tipo procuro informações primeiro no próprio MSDN, segundo na cabeça e terceiro no Google. Nesse caso em específico a cabeça deu um jeito, pois imaginei que houvesse alguma forma de pegar o tamanho da memória alocada através das funções Local* (se a API precisa de LocalFree para desalocar sua memória, é óbvio que ela usou LocalAlloc para alocá-la, mesmo que não tenhamos o código-fonte para comprovar).

A partir de LocalHandle posso obter o HANDLE para a memória alocada localmente. Com esse handle a API me dá outra função, LocalSize, de onde posso obter o tamanho da memória previamente alocada através do seu handle. Isso é ótimo, pois em um primeiro momento pensei não haver saída, como nas funções de alocação em C e C++, por exemplo.

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winnt4-process32next-unresolved.png

Dependência pedindo carona

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Mesmo as vezes que você não queira, algumas dependências pedem carona e o compilador deixa entrar. Daí mesmo que você não use uma função API, ela acaba te atazanando a vida.

Foi o caso da ToolHelp32 no Windows NT 4.

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Peixe Gelatinoso Bizarro do Brasil (conhece esse país?)

FormatMessage para… dumies?

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Peixe Gelatinoso Bizarro do Brasil (conhece esse país?)

Já foi comentado em alguns círculos de ótimos programadores que a função da Win32 API FormatMessage é uma das criaturas mais bizarras já criadas.

O objetivo da FormatMessage é formatar uma string, assim como sprintf, mas voltado mais a escrever uma descrição de um código de erro. Sendo assim ela é essencial para que o usuário não receba um número no lugar de uma explicação de por que a operação falhou.

Os códigos de erro que ela se propõe a formatar podem ser os erros padrões descritos em winerror.h ou qualquer outro código cuja explicação esteja em algum módulo carregado pelo processo (DLL ou o próprio executável). Isso nos dá a liberdade de, por exemplo, criar uma DLL apenas com códigos e descrições dos erros dos nossos produtos.

Para que seja criada a mensagem final, uma definição de mensagem é requirida como entrada, que pode vir do próprio chamador ou da já mencionada tabela de erros de algum módulo qualquer. No caso de querermos a descrição de um erro de sistema (em winerror.h, retornado por GetLastError ou similares) a definição da mensagem já está embutida no sistema, bastando para nós passarmos o código.

É importante lembrar que, como estamos falando de uma descrição de erro, ou seja, de um texto, este pode vir em diversos idiomas, sendo que é nossa obrigação também definir para qual idioma desejamos traduzir nosso código de erro, sendo também nossa obrigação, no caso de mensagens específicas do nosso programa, fornecer o modelo da mensagem nos idiomas que formos suportar.

O resto da função funciona mais ou menos como o sprintf, cuspindo a mensagem-modelo em uma saída formatada de acordo com os parâmetros de entrada.

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Arrastar-e-soltar controles do Windows

Três em um

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Que vergonha passar tanto tempo sem postar nada. Parece que não fiz nada que valesse a pena comentar por aqui.

Na verdade, não fiz tanto, mesmo. Muitas mensagens do Outlook, gráficos UML e reuniões de alinhamento depois, sobrou um tempinho pra programar. Aprendi algumas coisas que tinha o desejo de saber há tanto tempo... Agora eu sei, quem diria, criar linques suspensos nas janelas Win32! Que novidade, não? Pois é, isso exige, de acordo com o SDK, algumas artimanhas pra fazer funcionar. Para quem está de Visual Studio 2008/2010 na mão basta seguir os passos seguintes.

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Endereço de uma carta

Por que Long Pointer

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Esse artigo continua a explicação sobre os typedefs arcaicos, já que ainda falta explicar por que diabos os ponteiros da Microsoft começam com LP. Tentei explicar para minha pupila que, por ser código dos anos 80, as pessoas usavam LP para tudo, pois os CDs ainda não estavam tão difundidos.

/** @brief Para instanciar um Bozo. @date 1982-02-21 */ 
typedef struct _BOZO { 
   char helloMsg[100]; /* definir para "alô, criançada, o bozo chegou..." */ 
   float currentTime; /* definir para 5e60 */ 
}
 BOZO, *LPBOZO;
/** @brief Para instanciar um Pokemon. @date 1996-03-01 */ 
typedef struct _PIKACHU 
{ 
 char helloMsg[100]; // setar para "pika, pika pikachuuuuuuu..." 
 int pokemonID; // setar para 24 
}
PIKACHU, *CDPIKACHU;

Não colou. Então vou tentar explicar do jeito certo.

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PEB "não-documentado"

Importando tipos de outros projetos

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A engenharia reversa das entranhas do kernel não tem limites se você sabe o que está fazendo. No entanto, algumas facilidades do depurador podem ajudar a minimizar o tempo que gastamos para analisar uma simples estrutura. Por exemplo, o Process Environment Block de um processo específico.

windbg -kl

Microsoft (R) Windows Debugger Version 6.9.0003.113 X86
Copyright (c) Microsoft Corporation. All rights reserved.

Connected to Windows XP 2600 x86 compatible target, ptr64 FALSE
Symbol search path is: SRV*c:\tools\symbols*http://msdl.microsoft.com/download/symbols
Executable search path is:
*******************************************************************************
WARNING: Local kernel debugging requires booting with kernel
debugging support (/debug or bcdedit -debug on) to work optimally.
*******************************************************************************
Windows XP Kernel Version 2600 (Service Pack 3) MP (2 procs) Free x86 compatible
Product: WinNt, suite: TerminalServer SingleUserTS
Built by: 2600.xpsp_sp3_gdr.090804-1435
Kernel base = 0x804d7000 PsLoadedModuleList = 0x8055d720
Debug session time: Mon Jan 11 10:36:50.061 2010 (GMT-2)
System Uptime: 5 days 1:05:24.958

Microsoft (R) Windows Debugger Version 6.9.0003.113 X86
Copyright (c) Microsoft Corporation. All rights reserved.

lkd> !process 0 0 notepad.exe
PROCESS 89068700  SessionId: 0  Cid: 0ec4    Peb: 7ffda000  ParentCid: 0b0c
    DirBase: 0ac80a80  ObjectTable: e143a7d8  HandleCount: 152.
    Image: notepad.exe

O comando !peb traz inúmeras informações sobre essa estrutura. Mas talvez estivéssemos interessados em coisas não mostradas por esse comando, mas que existem na estrutura.

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O boot no Windows: Kernel

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Finalmente chegamos em um pouco onde podemos usar o WinDbg.

Podemos espetar o depurador e fazê-lo parar assim que conectado. Se estiver rodando antes do próprio sistema operacional, teremos um sistema sem processos e sem threads, pois ele irá parar assim que o executivo puder enviar o sinal de início pela porta serial, após carregar na memória os módulos básicos.

windbg -k com:pipe,port=\\.\pipe\com_1 -b

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ntldr-phase.png

O boot no Windows: NTLDR

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galinha-preta.jpgMinhas análises estão demorando muito para ser feitas. Talvez seja a hora de revelar o pouco que sei (e pesquisei) sobre o próximo processo de boot do Windows: o NTLDR.

O nosso amigo NT Loader pode ser entendido através da leitura do já citado Windows Internals ou através de uma outra leitura que estou fazendo atualmente e que pouquíssimos amigos blogueiros irão se lembrar: o livro da galinha preta; formalmente conhecido como Windows Nt File System Internals.

Para os sabichões de plantão, inclusive os que me criticaram (?) no meu último texto humorístico sobre como Java é podre, eu sei que o bicho da capa não é uma galinha, mas um urubu. A troca de urubu por galinha vem do requisito básico para você fazer trabalhos esotéricos, como macumba e desenvolvimento de drivers: uma galinha preta na encruzilhada. Alguns usam um papel dentro da boca de um sapo, mas vai do gosto de cada um. =)

E, para os que leram o livro, devem entender que para explicar sobre o funcionamento do sistema de arquivos do Windows, parte intrínseca do funcionamento do próprio kernel, foi necessário ao autor explicar várias partes do kernel, inclusive sua inicialização; e é nessa parte que podemos aprender algo mais sobre o NT Loader.

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boot-map.png

O boot no Windows: pré-NTLDR

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Conforme fui estudando para recordar os momentos sublimes do boot do Windows me deparei com o artigo mais "espetaculoso" de todos os tempos sobre esse assunto, parte integrante do livro Windows Internals e escrito pelo nada mais nada menos Mark Russinovich: Boot Process, no capítulo 5, "Startup and Shutdown".

O meu primeiro artigo sobre o boot sem Windows foi 80% escrito com o que eu já sabia de cabeça de tanto mexer na MBR e de tanto depurar o processo de boot em 16 bits. Os artigos posteriores seriam escritos com uma pitada do que sei mais a "inspiração" da minha pesquisa. Apesar de não parecer pouco para os que não sabem inglês, deixa a desejar para os que sabem (boa parte dos meus leitores, imagino).

Nesse caso decidi salpicar a explicação com uma boa dose de reversing para aproveitarmos a caminhada e fuçarmos um pouco no funcionamento interno dos componentes de boot e ver no que dá. Antes de começar, porém, aviso que este não é um tratado sobre o sistema de boot. Eu diria que é apenas o resultado de algumas mexidas inconsequentes pelo disassembly do código de boot. Espero encontrar alguém tão curioso (ou mais) do que eu que compartilhe o que achou de todo esse processo. Antes de mais nada um mapinha para vermos até onde chegamos:

boot-map.png

Pelo visto esse foi só o começo. O próximo passo é saber como do setor de boot chegamos ao NTLDR. O que não é nenhum segredo, uma vez que o NTLDR é um arquivo que fica na pasta raiz do sistema de arquivos. Como todos sabemos, qualquer assembly 16 bits de 400 bytes de tamanho consegue ler um arquivo de 250 KB na memória e executá-lo.

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bios.jpg

O boot no Windows: sem Windows

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raios-torre-eiffel.jpgDesde quando o usuário liga o computador até o momento em que ele vê a barra de tarefas e aqueles fundos lindos de papel de parede existem diversas coisas sendo feitas por debaixo do pano. Essa série de artigos irá explicar essas diversas coisas, ou seja, como funciona e quais as fases do boot de uma máquina que possui Windows instalado (plataforma NT).

O que esses artigos não vão fazer muito bem é explicar o lado do kernel mode funcionando, até porque temos artigos melhores explicando esse ponto de vista. Essa é uma abordagem mais "high level", apesar de "low enough". No entanto, espero que seja divertido. É esse o mais importante requisito em qualquer aprendizado, certo? Let's go!

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Threads Room

A sala da fila das threads

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Quando falei sobre a fila das threads, e como cada thread espera pacientemente em uma fila até chegar sua vez de ser atendida no guichê das CPUs, também vimos como é fácil fazer caquinhas em um programa que roda paralelamente duas threads ou mais.

Também falei que iríamos resolver esse problema, afinal de contas, temos que salvar todos aqueles programas que usam dezenas de threads trabalhando ao mesmo tempo para contar números de um até dez.

A boa notícia é que o salvamento é mais simples do que parece: coloque todas as suas threads em uma sala trancada e deixe apenas uma chave. As threads terão que brigar para sair da sala e, depois que a vencedora sair, as outras terão que ficar esperando ela voltar.

Confuso? Se estiver, ainda bem. Isso quer dizer que estamos novamente em um daqueles artigos com "pseudo-parábolas", a maneira mais ilustrada de explicar as coisas.

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Fila das threads

A fila das threads

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Telling Stories Em um ambiente multithreading, diversas threads disputam "a tapas" a atenção do processador (CPU). Certo? Podemos dizer que, em um ambiente com muito processamento a realizar, de certa forma é isso que acontece. São threads e mais threads rodando um pedacinho de código cada vez que passam pelo processador.

Um ambiente complexo como esse é repleto de pequenos detalhes que podem fazer o iniciante logo desanimar quando tentar depurar um programa com mais de uma thread. De fato, eu já percebi que muitos não vão saber nem como começar a mastigar o problema.

Por isso mesmo que eu tive que inventar algumas analogias no mínimo interessantes a respeito do assunto. Sem analogias, não sei como falaria sobre essas coisas de forma amena e "explicável".

A primeira "parábola" conta a história da fila das threads em direção ao guichê das CPUs.

O exemplo abaixo cria três threads, todas iniciando na mesma função. O objetivo de todas elas é incrementar um contador até que seu valor chegue a 10. Todas param quando esse objetivo é alcançado.

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job.gif

Windows Jobs com Completion Port

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Ou "Como esperar o término de todos os processos-filho criados a partir de um conjunto de processos".

Dessa vez confesso que esperava um pouco mais de documentação do MSDN, ou pelo menos um sistema de referências cruzadas eficiente. Outro dia demorei cerca de duas horas para conseguir criar um job, anexar o processo desejado e, a pior parte, esperar que todos os processos (o principal e seus filhos e netos) terminassem.

Além da pouca documentação, parece que não são muitas as pessoas que fazem isso e publicam na web, ou eu não sei procurar direito.

Mas, pra início de conversa, o que é um job mesmo?

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Aprendizado em kernel mode

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Hoje terminei minha primeira leitura de Memory Dump Analysis Vol. 1, e qual não foi a minha surpresa ao encontrar entre os últimos posts justamente o que eu estava precisando: um guia de livros que se deve ler para começar a programar em kernel mode.

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250px-xp_windows_security.png

Pesquisas sobre a GINA

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250px-xp_windows_security.pngJá sabemos o que é uma GINA. Afinal, todo mundo já viu uma antes. E sabemos que hoje em dia ela está morta.

No entanto, algumas pequenas mudanças foram feitas nela no Windows XP que ainda almaldiçoam o código de quem tenta reproduzir a famosa GINA da Microsoft. Nem todos chegam no final e morrem tentando.

Eu sou um deles.

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É possível carregar duas DLLs gêmeas no mesmo processo?

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Um dos últimos artigos de Dmitry Vostokov, e tenho que falar assim porque o cara escreve muito em pouco tempo, fala sobre os perigos de termos uma mesma DLL carregada duas vezes em um único processo, muitas vezes em versões diferentes. Para os observadores atentos como Dmitry esse é um perigo que muitas vezes temos que estar preparados. Para os espertinhos de plantão, a resposta padrão seria: "não vou me preocupar, porque o contador de instâncias cuida disso".

Será mesmo tão simples?

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Windows History

História do Windows – parte 5.1

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Windows eXPerience

Chega às lojas no dia 25 de outubro de 2001 a unificação entre as plataformas de uso doméstico e corporativo do sistema. O Windows XP usa o kernel de 32 bits de seus antecessores Windows NT e Windows 2000. É vendido em duas edições: Home e Professional Edition. O design do sistema foi totalmente remodulado para suportar ao mesmo tempo a facilidade de uso do usuário doméstico e a robustez e confiabilidade dos clientes corporativos.

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Por que minha DLL travou?

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Saiu um documento da Microsoft alertando sobre os perigos em colocar código no DllMain. É algo mais completo e didático do que as simples observações do help do MSDN. Vale a pena dar uma lida, especialmente por causa das explicações sobre o loader lock e seus efeitos colaterais. (more...)

Windows 2000

História do Windows – parte 5.0

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Windows 2000 LogoWindows 2000

Em novembro de 1998 (apenas para parceiros Microsoft) é lançada a versão 5.0 do Windows NT, conhecida como Windows 2000. Melhorias significativas foram feitas no acesso à internet, intranet e extranet. Aplicações de gerenciamento se integram fortemente e a grande novidade em termos de estruturação de dados é o Active Directory, uma tecnologia compatível com o conceito de Distributed File System, que viabiliza uma nova forma das empresas organizarem seus dados de maneira mais transparente à rede.

Vamos aproveitar que a versão NT foi melhorada para dar uma recapitulada geral de como as coisas funcionam internamente no sistema operacional.

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Why is my DLL locked?

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There is a document from Microsoft alerting about the hazards in putting your code inside a DllMain function. what is more comprehensive and easier to read than the MSDN observations. It is worth reading, even because the explanations about the loader lock and its side effects can do very good for your code health.

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Threads

História do Windows – parte 4.0

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Windows 95

Em meio a uma febre de consumismo, no dia 24 de agosto de 1995, foi lançado a revolução no sistema gráfico da Microsoft: a interface do Windows 95. Ela foi considerada muito mais amigável que suas versões anteriores. Ainda possuía a vantagem de não necessitar mais de uma instalação prévia do DOS, passou a suportar nomes de arquivos longos, incluir suporte a TCP/IP e dial-up networking integrados. Muitas mudanças foram feitas no sistema em si, como a passagem para 32 bits (como já vimos, parcial) e o novo conceito de threads, que é o que veremos com mais detalhes nesse artigo.

Windows 95


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"Saída" de nossa GINA stub

GINA x Credential Provider

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Não fui convidado a participar do tema, mas como já faz algum tempo que o rascunho deste artigo está no molho, e aproveitando que meu amigo Ferdinando resolveu escrever sobre nossa amiga em comum, darei continuidade à minha empolgação sobre o tagging e largarei aqui este pequeno adendo.

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Arquitetura do Windows NT

História do Windows – parte 3.51

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A história

Nos anos 90, a relação IBM/Microsoft era muito próxima por causa do desenvolvimento do OS/2, o projeto de um novo sistema operacional. As empresas cooperavam entre si e tinham acesso uma ao código da outra. A Microsoft desejava avançar seu desenvolvimento no Windows, enquanto a IBM desejava que todo trabalho futuro fosse baseado em OS/2. Para resolver essa tensão, as duas combinaram que a IBM iria desenvolver o OS/2 versão 2.0 para substituir o OS/2 versão 1.3 e o Windows v3.0, enquanto a Microsoft iria desenvolver um novo sistema operacional, o OS/2 versão 3.0 para depois suceder ao OS/2 anterior. É lógico que esse acordo foi por água abaixo.

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Sistema de janelas Windows 3.x

História do Windows – parte 3.0

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Windows 3.0

Em 22 de maio de 1990 a versão 3.0 do Windows foi lançada. Foi melhorado o gerenciador de programas e o sistema de ícones, além de um novo gerenciador de arquivos e suporte a 16 cores. Entre as mudanças internas podemos citar a velocidade e a confiabilidade. Como a partir dessa versão apareceram muitos desenvolvedores que passaram a suportar a plataforma, o número de programas disponíveis aumentou, o que conseqüentemente fez com que as vendas alavancassem. Três milhões de cópias foram vendidas apenas no primeiro ano, e assim o Windows se tornou padrão nos computadores domésticos. Quando a versão 3.1 foi lançada, em 6 de abril de 1992, mais três milhões de cópias foram vendidos em apenas dois meses.

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Windows 2

História do Windows – parte 2.0

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Eu seu, eu sei. A maioria dos meus leitores odiou o tema história do Windows na era paleozóica. Porém, como eu disse na parte 1.0, estou apenas satisfazendo a outra parte de leitores que procurou no Google por esse tema e acabou caindo no meu antigo blog. Mas vejamos o lado bom: a partir da próxima versão iremos destrinchar a API do sistema, entendendo o porquê das coisas serem como elas são. No momento os deixo apenas com história, pois é desconhecido para mim como funcionavam os primeiros rabiscos do MS-DOS Shell, mais conhecido como Windows/386. Bom divertimento!

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História do Windows – parte 1.0

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Devido à grande procura através de mecanismos de busca (vulgo Google), estarei republicando esse artigo dividido em partes (até porque existem partes não acabadas), cada parte descrevendo um conceito geral do que representou cada versão do sistema operacional.

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