Devaneando

Read The Functional Manual

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Percebi essa semana que talvez boa parte da população informática que não progride em suas habilidades, mas gostaria muito, pode ser impedida pela falta de hábito em ler a ajuda do programa | da linguagem | do sistema com calma para encontrar o que procura. Independente do que você é, e para onde quer chegar, saiba que nem tudo na vida pode ser perguntado ao seu colega de baia. Senão você não evolui!

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Bazaar e Fedora 8: a saga

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Seria bom se as coisas simples da vida fossem simples, não é mesmo?

Ontem, sexta passada e quinta passada, no meio de outras tarefas "urgentes", tentava desesperadamente conseguir instalar o Bazaar na minha VM de desenvolvimento, um Fedora 8 todinho configurado.

Para azar da minha pessoa, o guia simples e rápido de instalação do Bazaar não funcionava para minha distribuição Linux. Na verdade, funciona. Porém, é instalada uma versão tão antiga (0.91!) que o formato do banco de dados já se tornou incompatível.

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CSI: Crashed Server Investigation?

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O artigo de Jeff Dailey em que ele compara a nossa atividade de "cientistas do debugging" com a atividade dos profissionais da análise forense é exatamente o que eu penso sobre nossa profissão. Freqüentemente assisto ao CSI: Las Vegas e mais freqüentemente ainda uso os métodos científicos empregados pela equipe de Gil Grissom para resolver os problemas mais escabrosos que podem ocorrer em um sistema.

Jeff fez uma divertida comparação entre todas as etapas de uma análise forense com todas as etapas de nossa análise do bug. Aqui vai a tradução livre dessas etapas (em linguagem cinematográfica):

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Linux e o DHCP

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Quando procuramos no google por "linux dhcp", o que vem em resposta são diversas dicas, tutoriais, documentos oficiais e palpites sobre como configurar um servidor Linux.

Muito bem. E a outra ponta da história?

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Estranho

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Bom, é hora de dizer tchau. Essa é minha última semana escovando bits na empresa onde estava por três anos. É estranho, e esquisito, dizer isso, mas me sinto um tanto aliviado. Nessa empreitada, porém, aprendi algumas coisas que valem a pena colocar na bagagem. Sempre é melhor entender do que criticar.

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Creative Commons no Caloni.com.br

Creative Commons

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Talvez a maioria das pessoas ignore o fato que, ao publicarem algum conteúdo, qualquer conteúdo, na internet, estarão criando algo, e esse algo tem um autor, e portanto, de acordo com nossa lei (Brasil) e alguns tratados internacionais, está protegida pelo direito autoral.

Para ajudar os autores da internet a informarem ao seu público qual o nível de proteção e liberdade dados às suas obras de maneira padronizada e internacionalizada, foi criado o Creative Commons, cuja função é exatamente essa que descrevi.

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Como ter um melhor blogue em 2008

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Não é exatamente uma receita de bolo, tampouco uma lista de regras imutáveis. Na verdade, apenas algumas dicas que o criador do termo (we)blog deu sobre como ele imagina que os blogueiros deveriam se comportar em relação aos seus blogues. Entre os toques, ele inicialmente comenta que o princípio de um weblog é ser um histórico dos sítios que navegamos, e que eventualmente podemos publicar conteúdo original. Bem, esse humilde blogue faz exatamente o oposto, acreditando que o conteúdo publicado aqui em português dificilmente será encontrado na web, além de que me sinto um inútil se não colaborar com o mundo usando o conhecimento que aprendi e aprendo no dia-a-dia.

Por isso mesmo, aqui vão as dicas traduzidas, que encontrei no blogue de Lino Resende, verbatim (com meus comentários em itálico):

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Dali Clock

Cronogramas

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Dali ClockNunca fui muito bom em definir cronogramas e nunca conheci alguém que fosse. Porém, ultimamente, no conforto do lar (férias), estou me saindo razoavelmente bem ao aplicar no meu dia-a-dia algumas regras que estabeleci como sendo boas pra mim. Não são regras que baixei do sítio do Joel nem é um design pattern, mas já me ajudam um bocado. Gostaria de compartilhá-las com meus pontuais leitores, que sempre entregam seus projetos em dia e nunca se esquecem de comentar uma linha de código sequer. Vocês são meu objetivo de vida e motivo de orgulho deste humilde blogue, que se esmera a cada dia que passa para ser fiel à inegável qualidade do meu público. Quando crescer quero ser igual a vocês.

Mas enquanto não sou, vamos às regras.

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Developer: you need to know English!

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Eu realmente gostei desse negócio de tagging. =)

Aproveitando o comentário do Ferdinando sobre o novo sistema de tradução eletrônica do MSDN, lanço aqui algumas dicas para aprender a tão falada língua de Shakespeare. Acredite, se você deseja ser um melhor programador, inglês é fundamental.

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O passado torto de um programador por acaso

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Bom, acho que depois de algumas dúzias de artigos, chegou a hora de apresentar o autor deste blogue. Muito prazer, meu nome é Wanderley Caloni Junior e eu sou um programador C/C++. Segue uma pequena história sobre meu passado. Obs.: este é um artigo não-técnico, o que quer dizer que você pode se deparar com termos desconhecidos. Procure ter à mão um dicionário de pessoas comuns.

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Barata Elétrica

Barata Elétrica e o hacker de antigamente

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Barata ElétricaNa época em que eu entrei na rede, não sabia nada, mas queria saber muito. Cada vez mais era fissurado nesse negócio de computador, o que me fez ler sem parar por noites a fios assuntos informáticos. Meu primeiro contato com a cultura na internet foi lendo zines eletrônicos, os chamados e-zines. Dentre eles, o que mais me chamava a atenção pelos artigos bem escritos e pela busca incessante de informação foi o (finado?) Barata Elétrica, um e-zine hacker nacional. Escrita por um estudante de alemão da saudosa FFLCH ("Fefeléche") que já participei um dia, a revista eletrônica zelava pela privacidade, conhecimento e liberdade de expressão.

Os artigos escritos por ele estavam em português, mas sempre em suas edições ele disponibilizava artigos de outras partes do mundo em inglês. Praticamente li todos eles, e muitos fiz questão de ler mais de uma vez. A maioria falava de um mundo que existia antes de eu ter um computador, onde existiam vírus e pirataria de programas em disquetes, BBSs e a tal reserva de mercado. Além, é claro, de dicas de como ser um nerd e não perder a sociabilidade (se é que isso é possível quando se é um nerd adolescente). Existe uma página no zine onde estão listados os melhores artigos de todos os tempos da revista.

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Como ser um melhor desenvolvedor nos próximos seis meses

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Graças ao meu amigo Thiago estive acompanhando uma série de posts de gente renomada sobre o tema deste artigo. Eles fazem parte de uma nova modalidade entre os blogueiros (pelo menos para mim) chamada de tagging. Funciona assim: você escreve sobre algo (por exemplo, "como ser um melhor cozinheiro em 6 meses") e manda uma tag para que outras pessoas também escrevam sobre o mesmo assunto, o que pode ser feito referenciando o sítio dessas pessoas.

Ainda não tive tempo de ler todos os artigos (nem vou ter, pela velocidade com que isso se espalha), mas acho que dá tempo de escrever um pouco sobre isso.

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Desejo insano de programar no kernel

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Muitas vezes meus amigos (um em particular) me perguntam por que não me interesso em programar em kernel mode, como se isso fosse um objetivo a ser alcançado por qualquer programador em user mode. Bom, não é.

Claro que sempre me empenho em entender como o sistema funciona, nos menores detalhes e sempre que posso, o que nem sempre me leva para o kernel mode (entender como a CLR funciona, por exemplo). Posso até me considerar um ser privilegiado, já que trabalho com dois experts em kernel mode e .NET, respectivamente. Isso já faz algum tempo, e ambos possuem conhecimento e experiência necessários para sanar minhas dúvidas mais cruéis. Porém, uma coisa é o conhecimento da coisa. Outra coisa é a prática. E a teoria, como já dizia o Sr. Heldai, na prática é outra.

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O bom filho à casa retorna

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Depois de seis meses blogueando em um novo domínio, que seria totalmente focado em C++, descobri que não consigo viver escrevendo apenas sobre a linguagem em que programo. Não é que falte assunto. Simplesmente meu dia-a-dia nunca se resume apenas em regras de sintaxe e erros de compilação.

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