Cnasi, geração Y e seus gastos em TI >>

Categorias: Devaneando

Eu invadindo o sistema da Cnasi e me auto-promovendo gerente!Hoje descemos a rua para almoçar no shopping e aproveitamos para dar uma passada no último dia da feirinha de empresas de segurança, vulgo Cnasi, para "prestigiar" a nossa participação nesse evento singular.

Nosso crachá de visitantes dava direito a uma palestra. E haviam muitas. Porém, logo após a hora do almoço, das disponíveis uma era particularmente interessante, pois citava uma expressão que eu e minha colega nunca havíamos escutado: um senhor iria nos falar sobre como lidar com essas novas pessoas que estão cada vez mais invadindo nossas casas e nossos escritórios, pertencentes a esse grupinho, a tão famosa chamada geração Y.

Agora não sei se a culpa foi dessa tal geração Y, mas o fato é que o folhetim estava errado e caímos em uma outra palestra, essa falando sobre um tema que aí sim nós nunca tínhamos ouvido falar: como gerenciar as finanças na parte de TI da empresa.

O homem discursou por uma hora falando de como todos os principais frameworks de gerenciamento de custos, projetos e todas aquelas coisas, poderiam ser integrados para facilitar a vida do gestor de projetos que tem como tarefa saber o que irá continuar fazendo e o que irá cortar devido à lucratividade/risco perigosos.

A grande questão dessa discussão, pelo que eu pude entender, foi que os custos de um projeto e manutenção são difíceis de mensurar se não existir alguém no meio daquele bando de nerds que consiga dizer quais são os recursos usados (quem), para que (tarefa) e por quê (vantagem). Sem contar que é necessário transformar isso em dado contábil. Além de que, como bem disse nosso palestrante, a maioria das empresas ainda considera o departamento de nerds uma despesa sem vantagens. E uma despesa bem cara, se estivermos falando dos salários atualmente pagos para esse pessoal.

Mas vou parar por aqui antes que alguém levante a bandeira e queira discursar a respeito da justeza com que são pagas nossas mentes, um assunto muito precoce nos dias atuais. (Bom, talvez seja precoce para sempre, do jeito que a economia é ciência aberta.)

Windows Jobs com Completion Port >>

Ou "Como esperar o término de todos os processos-filho criados a partir de um conjunto de processos".

Dessa vez confesso que esperava um pouco mais de documentação do MSDN, ou pelo menos um sistema de referências cruzadas eficiente. Outro dia demorei cerca de duas horas para conseguir criar um job, anexar o processo desejado e, a pior parte, esperar que todos os processos (o principal e seus filhos e netos) terminassem.

Além da pouca documentação, parece que não são muitas as pessoas que fazem isso e publicam na web, ou eu não sei procurar direito.

Mas, pra início de conversa, o que é um job mesmo?

V >>

Categorias: C++

Parabéns a todos que participaram e ajudaram para que todos nós chegássemos ao quinto encontro de programadores/aficionados C/C++. Parece mentira, mas hoje temos capacidade para lotar um auditório razoável, e temos a ousadia de sempre poder contar com uma grade de palestras pra lá de avançadas. Vejamos o que foi visto até hoje nesses últimos três encontros (III, IV e o seminário):

  • C++ com WxWidgets
  • O novo padrão C++0x
  • Threads no C++ ISO
  • C e microcontroladores
  • Drivers para Windows
  • TCP/IP via Boost.Asio
  • C++ com Qt
  • Dicas de portabilidade
  • Programação concorrente
  • C++ com STL/Boost
  • Otimização de código

E esse é só o começo.

Reúna seus comandos mais usados no WinDbg com .cmdtree >>

Categorias: Depuração

Tudo começou com o artigo de Roberto Farah sobre o comando "escondido" do WinDbg .cmdtree. Logo depois meus outros colegas do fã-clube do WinDbg Volker von Einem e Dmitry Vostokov comentaram sobre a imensa utilidade desse comando.

E não é pra menos. É de longe o melhor comando não-documentado do ano. Tão bom que sou obrigado a comentar em português sobre ele, apesar dos três artigos já citados.

Todo programador é um filósofo em potencial >>

Categorias: Devaneando

Tivemos uma conversa muito frutífera hoje durante o almoço ao conhecer uma professora que sentava ao nosso lado, exímia conhecedora da mente humana e amante das artes nobres como a filosofia e a lógica.

O importante dessa colóquio foi ter encontrado um motivo muito mais forte para gostar de programação do que qualquer outro que já me surgira na cabeça desde que mexo com essas coisas:

O computador não deve dar ordens ao homem e este repeti-las como uma máquina. O homem, como ser pensante, deve dizer ao computador o que fazer, e este responder-lhe diligentemente.

Retorno do PathIsDirectory >>

Estava eu outro dia programando aquele código esperto "para ontem" quando me deparei com uma situação no mínimo inusitada. Ao testar se um caminho recebido era de fato um diretório me foi retornado pela API um valor diferente de TRUE. E diferente de FALSE!

De acordo com a documentação, o retorno deveria ser TRUE caso o caminho enviado à função fosse de fato um diretório. Caso contrário, o retorno deveria ser FALSE.

Note que existem apenas dois valores possíveis para essa função. Porém, o valor retornado não é 1, o equivalente ao define TRUE, mas sim 0x10 (16 em hexadecimal). O simples exemplo abaixo deve conseguir reproduzir a situação (Windows XP Service Pack 3):

De volta à tona >>

Categorias: Devaneando

Depois dessas duas semanas de férias forçadas volto a escrever-vos neste humilde blogue. Houve um pequeno problema com o script que insere um arquivo de código-fonte dentro da página e ele comeu todos os meus bits disponíveis por mês na hospedagem do saite.

Entre os próximos artigos estão um bug na função PathIsDirectory, algumas traduções não-ortodoxas para handle, thread e dead lock, a estrutura dos códigos de erro do Windows e algumas ruminações sobre como fazer um script de build.

Até lá.